7 Dicas para Investir em Ações e Aumentar o seu Patrimônio

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
Reddit
Tumblr

Investir em ações é uma das formas mais rentáveis e populares de aplicar o seu dinheiro no mercado financeiro.

As ações são partes de uma empresa que são negociadas na bolsa de valores, e que podem gerar lucros para os seus donos através de dividendos, juros sobre capital próprio ou valorização.

No entanto, investir em ações também envolve riscos, pois o preço das ações pode variar de acordo com diversos fatores, como o desempenho da empresa, a situação econômica do país, a oferta e demanda do mercado, entre outros.

Por isso, é preciso ter conhecimento, estratégia e disciplina para investir em ações com sucesso.

Neste artigo, vamos apresentar 7 dicas para você investir em ações de forma inteligente e segura, seguindo os passos dos grandes investidores e aumentando o seu patrimônio.

Como começou o mercado de ações?

Como começou o mercado de ações
Como começou o mercado de ações

O mercado de ações surgiu na Holanda, no século XVII, quando a Companhia das Índias Orientais começou a emitir papéis que representavam uma fração do seu capital social.

Esses papéis eram negociados entre os comerciantes que queriam participar dos lucros da empresa, que explorava as rotas comerciais entre a Europa e a Ásia.

Com o tempo, outras empresas também passaram a emitir e negociar esses papéis, que ficaram conhecidos como ações.

O local onde essas negociações ocorriam era chamado de bolsa de valores, que era uma referência ao sobrenome da família Van der Beurse, que hospedava os comerciantes em sua casa em Bruges.

Quais são as vantagens de investir em ações?

Quais são as vantagens de investir em ações
Quais são as vantagens de investir em ações

Investir em ações pode trazer diversas vantagens para o investidor, tais como:

Rentabilidade: as ações podem oferecer retornos superiores aos de outras aplicações financeiras, como renda fixa ou poupança.

Isso porque as ações refletem o crescimento das empresas e da economia, que tendem a ser maiores no longo prazo.

Além disso, as ações podem gerar renda passiva através dos dividendos e juros sobre capital próprio, que são parte dos lucros distribuídos aos acionistas periodicamente.

Liquidez: as ações são facilmente negociadas na bolsa de valores, o que significa que o investidor pode comprar ou vender as suas ações a qualquer momento, sem precisar esperar um prazo de vencimento ou resgate.

Isso dá mais flexibilidade e liberdade para o investidor ajustar a sua carteira de acordo com as suas necessidades e objetivos.

Diversificação: as ações permitem ao investidor diversificar os seus investimentos, reduzindo os riscos e aumentando as chances de ganhos.

Isso porque existem diferentes tipos de ações, que se comportam de forma distinta diante das variações do mercado.

Por exemplo, existem as ações de empresas mais sólidas e estáveis, que pagam bons dividendos e são menos voláteis; e existem as ações de empresas mais novas e promissoras, que têm maior potencial de valorização e são mais arriscadas.

Além disso, o investidor pode escolher entre diferentes setores da economia, como energia, saúde, tecnologia, consumo, etc., que podem se beneficiar ou se prejudicar com diferentes cenários econômicos e políticos.

Participação: as ações permitem ao investidor se tornar sócio das empresas que admira e confia, participando do seu crescimento e contribuindo para o seu desenvolvimento.

O investidor pode ainda exercer os seus direitos como acionista, como votar nas assembleias, fiscalizar a gestão da empresa e receber informações privilegiadas.

Quais são os riscos de investir em ações?

Quais são os riscos de investir em ações
Quais são os riscos de investir em ações

Investir em ações também envolve riscos, que devem ser conhecidos e administrados pelo investidor.

Os principais riscos são:

Risco de mercado: é o risco de que o preço das ações caia devido a fatores externos à empresa, como crises econômicas, políticas ou sanitárias, guerras, desastres naturais, etc.

Esse risco afeta todas as ações, mas algumas são mais sensíveis do que outras, dependendo do seu grau de exposição aos fatores de risco.

Por exemplo, as ações de empresas exportadoras podem sofrer mais com as variações cambiais, enquanto as ações de empresas reguladas podem sofrer mais com as mudanças nas leis ou nas taxas de juros.

Risco de crédito: é o risco de que a empresa não consiga honrar os seus compromissos financeiros, como pagar os seus fornecedores, funcionários, credores ou acionistas.

Esse risco pode levar a empresa à falência ou à recuperação judicial, causando grandes prejuízos aos acionistas.

Esse risco depende da saúde financeira da empresa, que pode ser avaliada através de indicadores como endividamento, lucratividade, geração de caixa, etc.

Risco de liquidez: é o risco de que o investidor não consiga vender as suas ações quando quiser ou pelo preço que deseja, devido à baixa demanda ou à alta volatilidade do mercado.

Esse risco afeta principalmente as ações de empresas menores ou menos conhecidas, que têm menos negócios na bolsa e menos informações disponíveis para os investidores.

Esse risco pode fazer com que o investidor tenha que aceitar um preço menor do que o justo pelas suas ações ou que tenha que esperar mais tempo para conseguir vendê-las.

Como investir em ações com inteligência e segurança?

Como investir em ações com inteligência e segurança
Como investir em ações com inteligência e segurança

Para investir em ações com inteligência e segurança, é preciso seguir algumas dicas práticas e eficientes, que podem aumentar as chances de sucesso e reduzir os riscos.

Veja quais são elas:

Dica 1: Defina o seu perfil e os seus objetivos Antes de investir em ações, é importante definir o seu perfil de investidor e os seus objetivos financeiros.

O seu perfil depende da sua tolerância ao risco, do seu horizonte de tempo e da sua disponibilidade financeira. Existem três perfis básicos: conservador, moderado e arrojado.

O conservador prefere preservar o seu capital e evitar perdas, mesmo que isso signifique ter uma rentabilidade menor.

O moderado busca um equilíbrio entre rentabilidade e segurança, aceitando um certo nível de risco em troca de um retorno maior.

O arrojado busca maximizar a rentabilidade e não se incomoda com as oscilações do mercado, assumindo um alto nível de risco.

Os seus objetivos dependem dos seus sonhos e planos para o futuro, como comprar um imóvel, viajar pelo mundo, se aposentar cedo, etc.

Os seus objetivos devem ser claros, mensuráveis e realistas, e devem ter um prazo definido para serem alcançados.

Dica 2: Estude o mercado e as empresas Antes de investir em ações, é fundamental estudar o mercado e as empresas em que você pretende investir.

O mercado é composto por diversos fatores que influenciam o preço das ações, como a economia, a política, os eventos globais, etc.

Você deve acompanhar as notícias e os indicadores econômicos para entender como eles afetam o desempenho das empresas e das suas ações.

As empresas são as entidades que emitem as ações e que geram os lucros para os acionistas.

Você deve analisar as características das empresas, como o seu setor de atuação, o seu modelo de negócio, a sua gestão, a sua estratégia, os seus resultados financeiros, etc.

Você deve comparar as empresas entre si e com os seus concorrentes para identificar as melhores oportunidades de investimento.

Dica 3: Escolha uma estratégia de investimento Antes de investir em ações, é essencial escolher uma estratégia de investimento que esteja alinhada com o seu perfil e os seus objetivos.

A estratégia define a forma como você vai selecionar, comprar, vender e acompanhar as suas ações. Existem diversas estratégias de investimento, mas as mais conhecidas são:

Análise fundamentalista: é a estratégia que se baseia na avaliação dos fundamentos das empresas, ou seja, os seus aspectos econômicos, financeiros, operacionais e estratégicos.

O objetivo é encontrar empresas que estejam subavaliadas ou superavaliadas pelo mercado, e que tenham potencial de crescimento ou de recuperação no longo prazo.

Essa estratégia requer um estudo aprofundado das empresas e dos seus setores, e uma visão de longo prazo.

Análise técnica: é a estratégia que se baseia na observação dos gráficos e dos indicadores que representam o comportamento das ações no mercado.

O objetivo é identificar padrões, tendências e sinais que indiquem os melhores momentos para comprar ou vender as ações.

Essa estratégia requer um acompanhamento constante do mercado e uma visão de curto prazo.

Buy and hold: é a estratégia que consiste em comprar ações de empresas sólidas e rentáveis, e mantê-las na carteira por um longo período de tempo, sem se preocupar com as oscilações do mercado.

O objetivo é aproveitar os benefícios do crescimento das empresas e da distribuição dos dividendos. Essa estratégia requer uma seleção criteriosa das empresas e uma paciência para esperar os resultados.

Value investing: é a estratégia que consiste em comprar ações de empresas que estejam sendo negociadas por um preço inferior ao seu valor intrínseco, ou seja, o valor que reflete o seu patrimônio, os seus lucros e o seu potencial de geração de caixa.

O objetivo é obter um retorno superior ao custo de oportunidade do investimento. Essa estratégia requer uma análise rigorosa das empresas e uma disciplina para não se deixar levar pelas emoções do mercado.

Growth investing: é a estratégia que consiste em comprar ações de empresas que apresentem um alto crescimento dos seus lucros, das suas receitas e do seu mercado.

O objetivo é capturar o potencial de valorização das ações dessas empresas, que geralmente são inovadoras, disruptivas ou líderes em seus segmentos.

Essa estratégia requer uma visão de futuro das empresas e uma disposição para assumir mais riscos.

Dica 4: Monte uma carteira diversificada Antes de investir em ações, é recomendável montar uma carteira diversificada, que contenha diferentes tipos de ativos, como renda fixa, renda variável, fundos de investimento, etc.

A diversificação ajuda a reduzir os riscos e a aumentar as chances de ganhos, pois cada ativo tem um comportamento diferente diante das variações do mercado.

Além disso, dentro da renda variável, é importante diversificar as ações entre diferentes setores da economia, diferentes tamanhos de empresas e diferentes características de risco e retorno.

A diversificação permite ao investidor aproveitar as oportunidades de cada segmento e se proteger das eventuais perdas de algum deles.

Dica 5: Invista com regularidade e disciplina Antes de investir em ações, é aconselhável investir com regularidade e disciplina, ou seja, aplicar um valor fixo ou percentual da sua renda todos os meses em ações, independentemente das condições do mercado.

Isso ajuda o investidor a criar o hábito de poupar e investir, a formar um patrimônio consistente e a aproveitar o benefício dos juros compostos.

Além disso, investir com regularidade e disciplina ajuda o investidor a evitar o erro de tentar acertar o momento certo de entrar ou sair do mercado, o que pode levar a perdas ou oportunidades perdidas.

Dica 6: Acompanhe o desempenho das suas ações Antes de investir em ações, é imprescindível acompanhar o desempenho das suas ações periodicamente, para verificar se elas estão atendendo às suas expectativas e aos seus objetivos.

O acompanhamento permite ao investidor avaliar se as suas premissas sobre as empresas e o mercado estão se confirmando ou não, se há necessidade de ajustar a sua estratégia ou a sua carteira, se há oportunidades de realizar lucros ou de comprar mais ações.

O acompanhamento também permite ao investidor controlar as suas emoções, como a euforia ou o medo, que podem prejudicar as suas decisões de investimento.

Dica 7: Busque conhecimento e educação financeira Antes de investir em ações, é essencial buscar conhecimento e educação financeira, para entender melhor o funcionamento do mercado, as características das ações, as estratégias de investimento, os riscos e as oportunidades envolvidos.

O conhecimento e a educação financeira ajudam o investidor a tomar decisões mais conscientes e racionais, a evitar erros comuns e a se preparar para os desafios e as mudanças do mercado.

O conhecimento e a educação financeira podem ser obtidos através de livros, cursos, podcasts, vídeos, blogs, sites, etc., que abordem o tema de forma didática e prática.

Conclusão

Investir em ações é uma forma de aumentar o seu patrimônio e de participar do crescimento das empresas e da economia.

No entanto, investir em ações também requer conhecimento, estratégia e disciplina, para evitar os riscos e maximizar os ganhos.

Veja Também, 7 Dicas de Como Investir na Bolsa de Valores Para Iniciantes

Neste artigo, apresentamos 7 dicas para você investir em ações de forma inteligente e segura, seguindo os passos dos grandes investidores.

Esperamos que essas dicas sejam úteis para você alcançar os seus objetivos financeiros. Se você gostou deste artigo, deixe um comentário com a sua opinião sincera e sugestões.

E se você quer aprender mais sobre como investir em ações, continue acompanhando o nosso blog.

Até a próxima!

Por Lazaro Silva

Por Lazaro Silva

Especialista em Marketing Ditigal e Analista de Sistemas

Compartilhe este post: